FEBRACE 2012 premia jovens talentos de todo o País

Estudantes fizeram bonito na 10ª edição da FEBRACE; projetos de Ciências e Engenharia renderam até viagem aos Estados Unidos.

Medalhas, troféus, certificados, computadores, cursos à distância, estágios, bolsas de iniciação científica do CNPq e a oportunidade de representar o Brasil em uma feira internacional de Ciências e Engenharia. Para concorrer a esses e outros valiosos prêmios, 743 jovens talentos de todas as regiões do País estiveram, de 13 a 15 de março em São Paulo, nas dependências da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP-Poli/USP), para participar da 10ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia-FEBRACE.

Os futuros cientistas apresentaram 325 projetos desenvolvidos em escolas de ensino fundamental, médio e técnico públicas (218), particulares (80) e fundações (19). Em comum, a proposta de oferecer soluções alternativas e até inovadoras para problemas da sociedade. A premiação foi realizada nos dias 16 e 17 de março. Confira no site www.febrace.org.br a lista dos premiados .

A FEBRACE é promovida anualmente pelo Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Poli e se constitui na maior feira brasileira de Ciências e Engenharia. Seu objetivo é estimular a cultura científica na educação básica brasileira. Os projetos deste ano foram selecionados entre 1.505 trabalhos. Os finalistas foram avaliados por uma comissão formada por professores de diversas instituições das áreas das ciências e engenharia. O “passaporte” para Pittsburg ficou para nove projetos.

Na opinião da coordenadora geral da FEBRACE, Roseli de Deus Lopes, feiras como esta têm o poder de estimular também o espírito investigativo e empreendedor nos jovens – algo fundamental para uma economia baseada no conhecimento. “A FEBRACE é uma mostra do potencial dos nossos jovens, de sua capacidade para inovar, encontrar soluções para problemas da sociedade e contribuir para o desenvolvimento do País”, afirma. “Cada vez mais as empresas buscam profissionais especializados, com competências para a investigação sistemática e científica, que resulte em solução de problemas reais”, enfatiza Roseli Lopes.

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