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Por que Investir em São Paulo?

Passados os momentos de grande incerteza para os rumos do crescimento econômico mundial, o início de 2010 começa a apresentar dados positivos pelos grandes players internacionais.

Alguns países da União Europeia convivem ainda com os reflexos não plenamente solucionados da crise financeira, e a Grécia, a Espanha e Portugal deparam-se com uma fragilidade nas contas públicas.

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LSI integra Projeto Módulo Inteligente para Cadeira de Rodas

Através do convênio assinado com a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência – SDPcD, o Laboratório de Sistemas Integráveis – LSI, com o apoio de seu braço tecnológico, o LSI-TEC, está participando do projeto Módulo Inteligente para Cadeira de Rodas Motorizada. Está a cargo dosprofissionais do Laboratório o desenvolvimento do hardware, do software embarcado e do software de configuração, além de um módulo de controle para cadeiras de rodas motorizadas.

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Laboratório analisa segurança de sistema de votação do SHT

Exclusivamente destinada ao desenvolvimento dos profissionais tenistas e aos adeptos do esporte, a Sociedade Harmonia de Tênis (SHT) buscou a competência do LSI-TEC para analisar a segurança do sistema de votação eletrônica a ser utilizado nas Assembléias Gerais Ordinárias do clube e a eleição de membros do Conselho Deliberativo.

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Pesquisadora do LSI desenvolve sistema que auxilia médicos na pesquisa e acompanhamento de tumores

Acompanhar os pacientes avaliando a rapidez com que os tratamentos estejam surtindo efeito ou se a doença responde a esses mesmos tratamentos não é tarefa fácil pois, além de dispendiosa, leva muito tempo.

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Noticias e Agenda

lsitec_investesaopauloLSI-TEC e Investe SP assinam convênio

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logo_marinhaFinalistas e organizadores da FEBRACE 2010 visitam fragatas da Marinha

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logo_kosacBRASIL estará presente na ISEC 2010, que acontece na Coreia do Sul

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ganhadores_intelBrasil ocupa 3º lugar em prêmios na 61ª Intel ISEF, na Califórnia

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ganhadores_intelEstão abertas as inscrições para a Ação de Divulgação de Boas Práticas do MEI

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Pesquisadora do LSI desenvolve sistema que auxilia médicos na pesquisa e acompanhamento de tumores

Acompanhar os pacientes avaliando a rapidez com que os tratamentos estejam surtindo efeito ou se a doença responde a esses mesmos tratamentos não é tarefa fácil pois, além de dispendiosa, leva muito tempo. Para colaborar com médicos, facilitando essa análise e, consequentemente, com os pacientes, por acreditarem na continuidade do tratamento, a pesquisadora do Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI), Maryana de Carvalho Alegro, desenvolveu um sistema cujo objetivo é a concepção, implementação e avaliação preliminar, baseado no uso de características texturais para segmentação de massas tumorais em imagens de ressonância magnética do encéfalo, com ênfase nos tumores cerebrais.

Foco da sua tese de mestrado em Engenharia Elétrica na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, o sistema foi denominado de “Segmentação de Tumores do Encéfalo em Imagens por Ressonância Magnética Baseada em Informações Texturais”. Segundo a pesquisadora, o sistema permite também diferenciar dois tipos de tecido: tumor e não tumor, além de ser capaz de lidar com tipos diversos, não se limitando ao processamento de imagens de um tipo determinado de tumor. Segundo Maryana Alegro, ao dispor de uma segmentação minimamente confiável dos tumores, os médicos e cientistas podem realizar alguns cálculos de volume que permitem avaliar se a doença regrediu, estacionou, ou avançou.

“Minha motivação foi, além do desafio intelectual, o fato de poucos médicos realizarem a tarefa, pois, ao dispor de um sistema atraente, é possível que mais profissionais façam as análises” – acrescenta a pesquisadora. Mas o desafio maior é testá-lo na prática. E, para isso, já está trabalhando com a ideia de implementar o projeto, por exemplo, na radiologia do hospital Albert Einstein, onde os profissionais podem conhecê-lo, familiarizarem-se com os procedimentos e efetuarem os primeiros testes.

A pesquisadora utilizou imagens de ressonância magnética porque elas estão se tornando o padrão para imagens do cérebro, uma vez que o custo tem diminuído nos últimos anos, tornando-o acessível, além de ser superior na quantidade de detalhes anatômicos.

A segmentação de regiões tumorais em imagens por ressonância magnética, justamente o que é proposto pelo trabalho de Maryana Alegro, poderá permitir a delimitação da área de interesse de forma mais rápida e automática, proporcionando a aplicação de seus resultados em atividades com planejamento pré-cirúrgico, criação de renderização volumétrica e, principalmente, quantificação de mudanças ocorridas na massa tumoral durante certo período de tempo.

A segmentação é uma tarefa importante no acompanhamento da regressão ou do avanço da doença, bem como da verificação da eficiência do tratamento empregado. Mas a pesquisadora alerta: “A utilização de sistemas computadorizados para segmentação de imagens radiológicas de tumores encefálicos não visa substituir o médico, mas, sim, auxiliar em seu trabalho por meio da execução de tarefas repetitivas de forma automática, deixando-o livre para exercer plenamente sua função intelectual. Os sistemas computadorizados não estão sujeitos à fadiga e distrações, sendo capazes de detectar detalhes que poderiam passar despercebidos pelo olho humano”. 

Aliar métodos matemáticos apropriados aos resultados do sinal captado pela ressonância magnética é uma poderosa ferramenta na detecção das diferenças texturais visualmente imperceptíveis entre tecidos normais e doentes, transformando os resultados das informações obtidas em potenciais auxiliares na distinção entre os tecidos saudáveis e tumorais e, consequentemente, no avanço das possibilidades médicas em tratamento e cura dos tumores. (Leia a tese completa)